sexta-feira, 6 de novembro de 2015

A população africana no Brasil e a escravidão








A população africana no Brasil e a escravidão


A vinda de escravos africanos para a região de Santa Catarina



Assim como a América, a África, antes do século XV, era habitada por povos de diferentes culturas, com suas próprias experiências históricas, dividida em vários reinos ou estados.
A história desse continente antes da chegada dos europeus e da escravização dos seus habitantes e da retirada de suas riquezas é repleta de acontecimentos fascinantes, normalmente ignorados pela maioria dos relatos históricos.
Eram inúmeros reinos e impérios que ali se desenvolveram e atingiram grande poder e riqueza. Tanto que, a partir do século X, estudiosos árabes começaram a escrever sobre a grande riqueza dos reinos africanos, o que despertou o interesse dos europeus por esse continente.
No continente africano já existia a escravidão, mas esta se diferenciava da escravidão que os negros iriam enfrentar após o contato com os europeus.
A distribuição desigual de poder em algumas sociedades africanas gerava disputas e guerras como em outras sociedades da Europa, Ásia e América. Pouco se sabe como era a escravidão na África nas várias estruturas sociais ali existentes antes do século XVI. Esse sistema permaneceu em algumas regiões até o século XX, como, por exemplo, em Serra Leoa, abolida apenas em 1928, e na Etiópia, até 1942.
As relações de poder foram profundamente alteradas quando os africanos entraram em contato com os europeus, principalmente as relações comerciais, que antes eram estabelecidas apenas entre os reinos.
Com a chegada dos europeus ao litoral, muitos reinos africanos se tornaram mais ricos e poderosos. Com as armas de fogo que compraram, guerreavam uns contra os outros para tentar ampliar seus impérios.
Em 1441, a primeira expedição portuguesa, comandada por Antão Gonçalves e Nuno Tristão, inaugurou um novo tipo de comércio, o de homens e mulheres negros. Apesar de não ser este o seu principal objetivo, os africanos passaram a ser vendidos por alto preço em Lisboa, capital portuguesa.
Em razão do volume de escravos obtidos já nesse período, foi criada a Casa dos Escravos para administrar esse lucrativo negócio, que em poucos anos comercializou milhares de africanos.
Entre os africanos trazidos como escravos para o Brasil predominavam os bantos e os sudaneses. Os bantos vinham das regiões de Angola, de Moçambique e do Congo. Os sudaneses eram originários da Costa do Marfim, da Nigéria e de Daomé (atual República do Benin).



DEBRET, Jean-Baptiste. Loja de barbeiro


 DEBRET, Jean-Baptiste. Loja de barbeiro
DEBRET, Jean-Baptiste. Loja de barbeiro. 1821. Aquarela sobre papel, 18 cm x 24,5 cm. Museu Castro Maya, Rio de Janeiro (RJ).




Em virtude da posição geográfica da região catarinense no contexto da colonização europeia no Brasil, o número de escravos comercializados aqui foi bastante reduzido se comparado à região açucareira no nordeste brasileiro.
Os escravos trabalhavam desde o nascer do dia até o escurecer, quase sem descanso, pois mesmo aos domingos cultivavam pequenas roças para o seu próprio sustento. Devido à péssima alimentação, ao excesso de trabalho e aos maus-tratos, o negro escravo tinha seus anos de vida bastante reduzido.
O trabalho que exerciam era constantemente vigiado e sofriam uma série de castigos, mesmo por faltas leves. Entre as várias formas de castigo, estava o tronco, ou o “pau de paciência”, em que os negros eram pendurados pelas canelas por horas e até dias em pequenas aberturas existentes entre duas vigas de madeira, sofrendo com fortes dores e formigamentos em virtude da imobilização. Além disso, recebiam chicotadas dependendo da falta cometida.
Há relatos de que a maior incidência de registros de escravos na província catarinense foi com escravos de ganho, uma espécie de escravo urbano e/ou residencial.
A maioria das fontes históricas sobre a presença escrava em Santa Catarina revela que foi na região da vila, e depois cidade de Nossa Senhora do Desterro, atual Florianópolis, que houve maior incidência de escravos africanos.
As mulheres escravas trabalhavam principalmente em atividades domésticas, como cozinheiras, engomadeiras, amas de crianças. Além disso, saíam também a vender doces e quitutes para os seus senhores.
Os escravos trabalhavam na agricultura, nas embarcações e nas chamadas “armações de baleias”, uma instalação litorânea estruturada para a pesca ou caça às baleias e o processamento desses produtos. Trabalhar nessa atividade era bastante difícil e a mão de obra escrava era intensamente usada principalmente devido à resistência física dos africanos.
Além dessas atividades, muitos ocupavam-se também como carregadores, estivadores, jornaleiros, serventes, encarregados de limpeza dos domicílios, lavadores de vidros e de casas, vendedores ambulantes, carpinteiros, pintores e pedreiros.
Em muitas regiões, a mão de obra escrava era especialmente importante, como em São Francisco do Sul, a terceira cidade mais antiga do Brasil, que mantinha um intenso comércio com outras regiões do país, para onde mandava produtos como arroz, açúcar, farinha de mandioca.
Na região de Porto Belo, onde havia os engenhos de farinha, também era empregada a mão de obra escrava africana.



Capela em estilo açoriano erguida em 1814 pelo trabalho escravo.


 Capela em estilo açoriano erguida em 1814 pelo trabalho escravo.
Capela em estilo açoriano erguida em 1814 pelo trabalho escravo.















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terça-feira, 3 de novembro de 2015

Os índios Caingangue de Santa Catarina








Os índios Caingangue de Santa Catarina



Os primeiros relatos sobre os grupos de índios Caingangue na região de Santa Catarina foram feitos pelos padres jesuítas já no século XVII. O contato com os europeus se intensificou no século XVIII com a ação dos bandeirantes que penetraram no território e, posteriormente, com o início da ocupação do planalto de Lages por fazendas de criação de gado.
Muitas vezes os Caingangue desenvolveram relações amistosas no processo de colonização do sul do país, ajudando na condução das tropas de gado e trabalhando nas fazendas. Contudo, de modo geral, o contato dos colonizadores com esses grupos indígenas resultou no seu quase extermínio e na perda de muitas de suas raízes culturais, bem como das terras que utilizavam para sobreviver.
A Constituição Brasileira de 1988 definiu as regras para a demarcação das terras indígenas, consideradas da União. O direito de usá-las depende da demarcação, fato este que demanda muito tempo e vontade política, além do conflito de interesses.
Os índios enfrentam, por exemplo, posseiros, garimpeiros que desejam extrair minérios de seu território e madeireiros que tentam retirar as árvores para lucrar com o comércio.


O índio caingangue Mauro Sales e sua família. 2011.


 O índio caingangue Mauro Sales e sua família. 2011.
O índio caingangue Mauro Sales e sua família. 2011.





O nome de Chapecó, município de Santa Catarina, deriva da língua caingangue e significa “donde se avista o caminho da roça”.


 O nome de Chapecó, município de Santa Catarina, deriva da língua caingangue e significa “donde se avista o caminho da roça”.
O nome de Chapecó, município de Santa Catarina, deriva da língua caingangue e significa “donde se avista o caminho da roça”.












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segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Os índios Xoclengue de Santa Catarina







Os índios Xoclengue de Santa Catarina



Os índios Xoclengue pertenciam ao grande grupo jê, em tribos de até 30 pessoas. Ocupavam uma extensa área do sul do Paraná ao norte do Rio Grande do Sul, abrangendo a região da Mata Atlântica entre o litoral e o planalto, uma vez que eram nômades.
A anta era a caça preferida, mas também comiam carne de porco-do-mato, veado, macaco e tatu. Costumavam, ainda, fazer farinha de pinhão e eram especialistas na arte da cerâmica e na fabricação de cestos.
Nas caminhadas, era comum que as mulheres escolhessem onde acampar. Costumavam cremar os mortos junto com os utensílios e armas deles, enterrando as cinzas e fazendo uma choça em cima da sepultura.
Os Xoclengue eram também chamados de botocudos, devido ao adorno de madeira que os meninos usavam no lábio inferior perfurado, o botoque. O lábio inferior do menino era furado e nele era introduzido um pequeno botoque, o qual ia sendo substituído por outros maiores, até a idade adulta.
Com o avanço do povoamento do sul do Brasil, esses índios foram aos poucos perdendo as terras que habitavam. A ocupação dos campos por grandes fazendas de criação de gado prejudicou o acesso à caça e à coleta especialmente do pinhão, um alimento muito importante para eles.
No início do século XX houve um intenso processo de caça aos índios, principalmente pelos chamados “bugreiros” — homens especializados nesse trabalho que costumavam penetrar mata adentro em busca de populações indígenas.
Atualmente, os descendentes do grupo inicial vivem na reserva indígena Duque de Caxias, no município de José Boiteaux (antiga Ibirama), Porto Velho e Rio dos Pardos.

índios Xoclengue de Santa Catarina


  índios Xoclengue de Santa Catarina
índios Xoclengue de Santa Catarina





Cacique caiapó Raoni Metuktire usando botoque. 2011.


 Cacique caiapó Raoni Metuktire usando botoque. 2011.
Cacique caiapó Raoni Metuktire usando botoque. 2011.












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domingo, 1 de novembro de 2015

Os índios Guarani de Santa Catarina







Os índios Guarani de Santa Catarina



Esses índios possuíam um estilo de vida bastante simples. Muitas famílias guaranis moravam na mesma aldeia e, à noite, repousavam sobre esteiras macias forradas com folhas e penas de animais. Para se protegerem do frio, os indígenas mantinham alguma fogueira sempre acesa (tatá-rendaba), para a qual voltavam os pés quando dormiam. Entre os utensílios domésticos que usavam, pode-se citar: o cesto simples (jacá), o cesto pequeno com tampo (uru), o cesto com asa (samburá), a peneira (uru-pema), as panelas (nhaem-popô), o pote pequeno (camuti ou camucim), o recipiente central de água (y-guaçaba), as cuias que serviam de canecos, o fuso (y-yma) e o pilão (induá).
Entre os diferentes grupos de guaranis, havia os mais numerosos: os caiuás; os nhandevas; os chiriguanos e os mbiás. Entre os Guarani, os Mbiá, que se localizavam em Santa Catarina e no litoral paranaense, também eram chamados de carijós. O nome tem sua origem no termo cariyoc, que significa “descendente dos brancos”.
Esses índios eram conhecidos por serem bastante receptivos com os estrangeiros que atracavam em suas terras. Talvez seja por isso que foram completamente dizimados, sendo a cultura carijó completamente modificada.
Um aspecto bastante interessante da cultura guarani é o respeito que os adultos mantêm com relação às suas crianças, a ponto de tratá-las quase como adultos. Os pequeninos não possuem muitos brinquedos, mas têm uma grande autonomia para correrem pelas matas, brincarem de caçadas ou mesmo ajudar os adultos nas tarefas diárias e nas tomadas de decisão.
Os Guarani podem ser encontrados atualmente em aldeias localizadas no município de Palhoça, em reservas indígenas ou em acampamentos provisórios próximos a núcleos urbanos e situados às margens de rodovias que atravessam municípios como Barra Velha, Joinville, Garuva, Araranguá e Treze Tílias.

Índio tupi-guarani na atualidade.


 Índio tupi-guarani na atualidade.
Índio tupi-guarani na atualidade.



Índios tentam preservar tradições na aldeia Guarani Tiaraju no Norte de SC


 Índios tentam preservar tradições na aldeia Guarani Tiaraju no Norte de SC
Índios tentam preservar tradições na aldeia Guarani Tiaraju no Norte de SC



Menino índio brinca com artesanato que família guarani vende no centro de Joinville


 Menino índio brinca com artesanato que família guarani vende no centro de Joinville
Menino índio brinca com artesanato que família guarani vende no centro de Joinville













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sábado, 31 de outubro de 2015

A população indígena na região do estado de Santa Catarina







A população indígena na região do estado de Santa Catarina



Muitas pessoas acreditam que todos os índios existentes nas terras que seriam chamadas de Brasil falavam ou ainda falam uma só língua, a tupi. Isso ocorre porque grande parte dos indígenas que habitavam o litoral brasileiro na época da chegada dos portugueses, em 1500, pertencia ao tronco linguístico tupi. Essa foi a primeira língua com a qual os europeus tiveram contato, tendo em vista os relatos lusitanos da época.
Enquanto a maior parte da população brasileira fala um único idioma, o português, uma parte dela, os indígenas, falavam e falam pelo menos 170 línguas diferentes, e possivelmente tantas outras, ainda desconhecidas.
De modo geral, os grupos indígenas que viviam no Brasil formavam tribos, isto é, grupos de pessoas que possuem a mesma descendência genética e biológica e que habitam uma mesma área, falam a mesma língua e possuem os mesmos costumes. Esse conjunto de semelhanças fazia com que os indígenas das diferentes tribos se reconhecessem entre si e se mantivessem unidos mesmo quando não havia um chefe ou uma autoridade para a tribo.
Os indígenas se organizavam em aldeias independentes, porém podia haver ajuda entre eles para enfrentar situações específicas, como a defesa de ataques externos de outras tribos.
Em boa parte das comunidades indígenas os trabalhos eram realizados em cooperação e a divisão de tarefas entre homens e mulheres era bem definida como ainda o são na atualidade.
Os indígenas do grande grupo tupi-guarani habitavam as áreas litorâneas e, na região de Santa Catarina, ficaram conhecidos como índios carijós. Os indígenas do grande grupo jê, nessa época, habitavam as regiões localizadas mais ao interior, nas florestas e nos vales entre o litoral e o planalto, e formavam importantes grupos indígenas conhecidos, como os Xoklengue e os Caingangue.
Os carijós, que habitavam a faixa litorânea desde a cidade de São Francisco do Sul (SC), compreendendo a região da ilha de Santa Catarina, até o norte do Rio Grande do Sul, viviam em aldeias onde faziam roças de milho e mandioca. A pesca também era muito importante para sua subsistência.
Para que possamos entender um pouco melhor a forma como os indígenas sempre se organizaram, é de grande importância compreender como é a sua relação com o meio ambiente.
Pela extensão da área que ocupavam, bem como pela variedade geográfica e de clima, os indígenas sofreram muitas influências ao longo do tempo. Muitos dos seus costumes foram modificados pelo deslocamento das tribos de seu local de origem, criando-se muitas variações entre os vários grupos.
Podemos dizer que na produção de alimentos os grupos indígenas brasileiros utilizavam – e ainda utilizam – formas muito diretas e simples para explorar os recursos da terra. Entre elas pode-se citar a pesca, a coleta e a caça. Os indígenas faziam isso à medida que também confeccionavam seus próprios instrumentos de trabalho, tais como armas de caça, armadilhas, canoas, cestas e potes. Além disso, transportavam seus alimentos, colhiam e os transformavam.
A terra de onde podiam extrair os bens necessários para a sobrevivência era apenas o meio para se viver e, portanto, quando os recursos começavam a diminuir, os grupos mudavam de lugar, ou seja, migravam. A agricultura, de modo geral, limitava-se a poucos produtos, como a mandioca-brava, o aipim, a abóbora, a ervilha, o cará, a pimenta e o abacaxi.
Como geralmente todos os indivíduos se dedicavam a todas as atividades, não existia um trabalho ou uma tarefa que apenas um deles sabia executar, sendo difícil existir produtos para serem trocados ou vendidos entre as pessoas de um mesmo grupo. Assim, não geravam produtos de interesse além do que necessitavam para a própria sobrevivência e desconheciam a prática do comércio. Podia ocorrer, no entanto, a troca de produtos entre tribos diferentes, mas com uma finalidade social, buscando estreitar laços de amizade entre os seus membros.
A guerra praticada por muitos dos grupos indígenas que viviam nessa região e na maior parte do território que viria a ser chamado de Brasil era, em muitos casos, como uma atividade sagrada, já que ser guerreiro e forte eram qualidades muito valorizadas e as guerras entre as tribos eram frequentes devido à rivalidade entre elas e aos deslocamentos constantes provocados pela busca por novas terras ou pela manutenção ou conquista do domínio exclusivo dos grupos sobre um determinado território.
Entre as tribos que já habitavam a América do Sul antes da chegada dos europeus havia as de origem guarani. Essas foram as mais afetadas pela presença do homem branco em terras indígenas. Mesmo assim, seu legado até hoje permanece vivo em nossa cultura.

SCHMIDEL, Ulrich. Os Carios. 1559. Gravura.


SCHMIDEL, Ulrich. Os Carios. 1559. Gravura.
SCHMIDEL, Ulrich. Os Carios. 1559. Gravura.




Carijós


 Carijós
Carijós




Glossário


Tronco linguístico: para facilitar o seu estudo, as línguas indígenas são agrupadas pelas semelhanças. São várias as classificações, porém, a mais aceita é aquela que divide os índios brasileiros em quatro grandes troncos linguísticos: tupi, jê, nuaruaque e caraíba. De acordo com essa classificação, existem ainda várias línguas que não têm relação comprovada com nenhum dos troncos citados, como é o caso dos nambiquaras, dos guaicurus, dos tucanos, entre outros.
Entre os índios do grupo tupi estão os tupiniquins, os tupinambás, os tamoios, os carijós. Entre os jês, estão os aimorés, os timbiras, os caiapós, os xavantes. Entre os caraíbas, podemos citar os bacairis e os pimenteiras. E, finalmente, entre os nuaruaques, estão os aruás, os parecis e os terenas.


















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sexta-feira, 30 de outubro de 2015

A história dos povos indígenas







A história dos povos indígenas



As terras que na atualidade conhecemos como Brasil foram ocupadas há milhares de anos por alguns grupos humanos que, apesar de pouco numerosos, deixaram vestígios de sua existência.
Em vários pontos do Brasil, achados arqueológicos importantes, como o da Pedra Furada no Parque Nacional Serra da Capivara, em São Raimundo Nonato (Piauí), ajudam a compor cada vez mais a história do povoamento americano. Lá foram encontradas centenas de pinturas rupestres na chamada Toca do Boqueirão que representam aspectos do dia a dia, ritos e cerimônias dos antigos habitantes da região, além de figuras de animais, alguns já extintos. Nas escavações ali realizadas, os pesquisadores encontraram ferramentas, restos de utensílios de cerâmica e sepulturas.
O mapa a seguir retrata alguns dos mais importantes sítios arqueológicos existentes no Brasil.

Mapa dos antigos sítios arqueológicos do Brasil


 Mapa dos antigos sítios arqueológicos do Brasil
Mapa dos antigos sítios arqueológicos do Brasil


Vestígios arqueológicos revelaram que existiam grupos basicamente de caçadores mais ao sul do território brasileiro. A região da bacia do Rio Paraná era habitada por grupos tupis e guaranis que viviam em pequenas aldeias e formavam uma sociedade igualitária, aproximadamente 1 000 anos antes de os portugueses chegarem ao Brasil em 1500.
Entre esses grupos, a propriedade era de todos e a alimentação provinha do cultivo do milho e da abóbora, complementada com a pesca, a caça e a coleta de frutos. Conheciam a cerâmica e também enterravam seus mortos em urnas. Esses grupos partiram do sul, numa longa migração para o norte e ocuparam quase todo o litoral brasileiro.
No estado de Santa Catarina foram encontrados sítios arqueológicos em diversas regiões. No município de Urubici foram localizadas algumas inscrições rupestres em vários locais, como no conhecido painel do Morro do Avencal, na Casa de Pedra, no Morro Pelado e no Rio dos Bugres.
Urubici é considerado um dos lugares mais ricos em sítios arqueológicos do estado de Santa Catarina.
As montanhas de resíduos alimentares acumulados por essas populações antigas, como restos de conchas (ostras, berbigões e mariscos) e resíduos de animais marinhos, ossos de peixe e de baleias, deixados pelos grupos que viveram na região em tempos muito remotos são conhecidos como sambaquis. A existência de sambaquis demonstra que esses grupos se tornavam sedentários, uma vez que o alimento era tão abundante que não precisavam mudar constantemente de local, como os povos do interior.

Sítio arqueológico em Urubici.


 Sítio arqueológico em Urubici.
Sítio arqueológico em Urubici.


Esses grupos escolhiam um lugar elevado perto da praia e se estabeleciam ali por muito tempo, acumulando conchas que recolhiam à beira-mar e que, vazias, eram deixadas no chão. Misturados a esses resíduos foram encontrados objetos que eram usados por essas populações pré-históricas para bater, furar e serrar (machados e pontas de flechas). A explicação é que, com o passar dos anos, foram se formando verdadeiras montanhas de conchas, sobre as quais as pessoas construíam suas cabanas e dentro das quais enterravam seus mortos.
Existem mais de 70 sambaquis no estado de Santa Catarina, sendo que muitos deles já sofreram com a ação do tempo e dos seres humanos. O Sambaqui da Carniça, localizado na região de Laguna (SC), por exemplo, atingia aproximadamente 25 metros de altura e apresentava centenas de metros de comprimento. Hoje, existe somente a base desse sambaqui.
O Sambaqui de Garopaba, localizado no município de Jaguaruna (SC), media 400 metros de comprimento por 100 metros de largura, com altura de 30 metros. Hoje, também foi parcialmente destruído.

Vista aérea de Garopaba do Sul.


 Vista aérea de Garopaba do Sul.
Vista aérea de Garopaba do Sul.




Glossário


Sítios arqueológicos: local onde foram encontrados vestígios deixados pelos seres humanos que viveram em uma região antes de nós, e que pode ter sido um lugar de moradia, um cemitério, um abrigo improvisado utilizado para caça, entre outros.
Urna: recipiente que contém as cinzas dos mortos.
















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quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Vale do Itajaí (Mesorregião)







Vale do Itajaí (Mesorregião)



É constituída por 54 municípios agrupados em quatro microrregiões: Blumenau, Itajaí, Ituporanga e Rio do Sul.
Está localizada no vale formado pelos rios Itajaí-Açu, Itajaí-Mirim e seus afluentes. Essa região é conhecida como Vale Europeu, porque sua colonização foi realizada por imigrantes, principalmente alemães, que mantêm até os dias atuais forte influência germânica presente nos costumes, festas, arquitetura e outras tradições. As colônias fundadas pelos imigrantes alemães originaram os importantes centros econômicos do estado: Brusque, Blumenau e Itajaí.
A economia da região se destaca na indústria têxtil e de informática. O setor de serviços é bem desenvolvido, principalmente para atender ao turismo da região litorânea e às cidades turísticas do vale. A agricultura mecanizada fez crescer a cultura do arroz, e na pecuária o destaque é para a produção leiteira.
O espaço de circulação da mesorregião Vale do Itajaí é formado por dois eixos: o da BR-101 e BR-470, e a junção da SC-486. O escoamento da produção local utiliza o porto de Itajaí, que é muito movimentado.

Vale do Itajaí (Mesorregião)


Vale do Itajaí (Mesorregião)
Vale do Itajaí (Mesorregião)




Vale do Itajaí (Mesorregião)


Microrregiões

Municípios

Blumenau15 MUNICÍPIOS: Apiúna, Ascurra, Benedito Novo, Blumenau, Botuverá, Brusque, Doutor Pedrinho, Gaspar, Guabiruba, Indaial, Luiz Alves, Pomerode, Rio dos Cedros, Rodeio, Timbó.
Itajaí12 MUNICÍPIOS: Balneário Camboriú, Balneário Piçarras, Barra Velha, Bombinhas, Camboriú, Ilhota, Itajaí, Itapema, Navegantes, Penha, Porto Belo, São João do Itaperiú.
Ituporanga7 MUNICÍPIOS: Atalanta, Chapadão do Lageado, Imbuia, Ituporanga, Petrolândia, Vidal Ramos, Agrolândia.
Rio do Sul20 MUNICÍPIOS: Agronômica, Aurora, Braço do Trombudo, Dona Emma, Ibirama, José Boiteux, Laurentino, Lontras, Mirim Doce, Pouso Redondo, Presidente Getúlio, Presidente Nereu, Rio do Campo, Rio do Oeste, Rio do Sul, Salete, Taió, Trombudo Central, Vitor Meireles, Witmarsum.



Oktoberfest de Blumenau - A maior festa Germânica do Brasil


 Oktoberfest de Blumenau - A maior festa Germânica do Brasil
Oktoberfest de Blumenau - A maior festa Germânica do Brasil



Porto de Itajaí - O segundo maior do país em movimentação de containeres


 Porto de Itajaí - O segundo maior do país em movimentação de containeres
Porto de Itajaí - O segundo maior do país em movimentação de containeres



Cidade de Ituporanga (SC)


Cidade de Ituporanga (SC)
Cidade de Ituporanga (SC) - "Ituporanga" é um vocábulo tupi que significa "cachoeira bonita"



Morro dos Três Picos - Rio do Sul (SC)


 Morro dos Três Picos - Rio do Sul (SC)
Morro dos Três Picos - Rio do Sul (SC)




Porto de Itajaí (SC)


Itajaí, nos primeiros anos do século XIX, não passava de uma grande aldeia de pescadores, onde já se observava, porém, o vulto do comércio de madeira que, no futuro, iria impulsioná-la para o progresso e para a riqueza, transformando-a no maior porto madeireiro do Brasil.
A navegação a vapor era escassa, mas avultado era o número de grandes veleiros que transportavam o produto da terra, especialmente taboados e peixe seco, para as praças de Santos e Rio de Janeiro.
Em 2015 o Porto de Itajaí está em pleno crescimento, e é O segundo maior do país em movimentação de containeres


Porto de Itajaí (SC), nos primeiros anos do século XIX


 Porto de Itajaí (SC), nos primeiros anos do século XIX
Porto de Itajaí (SC), nos primeiros anos do século XIX


Porto de Itajaí (SC), em 2015


 Porto de Itajaí (SC), em 2015
Porto de Itajaí (SC), em 2015




Glossário


Mesorregiões: subdivisão estabelecida pelo IBGE que agrupa diversos municípios do estado com semelhanças econômicas e sociais, de uma área geográfica.
Região: área delimitada de acordo com certos critérios que podem ser econômicos e culturais.














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quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Sul Catarinense (Mesorregião)







Sul Catarinense (Mesorregião)



É constituída por 44 municípios agrupados em três microrregiões: Araranguá, Criciúma e Tubarão.
A ocupação dessa área ocorreu por volta de 1870 com a vinda de imigrantes italianos, sendo a região que mais possui descendentes italianos no estado.
Inicialmente, a principal atividade econômica dessa mesorregião era a extração de carvão em Criciúma. Hoje, destacam-se também as indústrias de cerâmica, vestuário, metal-mecânica e química. Na agropecuária, destacam-se a criação de suínos e aves, o cultivo de arroz, fumo e feijão e a produção de mel.
O acesso a essa mesorregião e escoamento do que é produzido é feito pela BR-101, pela estrada de ferro e também pelos dois portos que possui com uma logística bem estruturada.

Sul Catarinense (Mesorregião)


 Sul Catarinense (Mesorregião)
Sul Catarinense (Mesorregião)




Sul Catarinense (Mesorregião)


Microrregiões

Municípios

Araranguá15 MUNICÍPIOS: Balneário Arroio do Silva, Araranguá, Balneário Gaivota, Ermo, Jacinto Machado, Maracajá, Meleiro, Morro Grande, Passo de Torres, Praia Grande, Santa Rosa do Sul, São João do Sul, Sombrio, Timbé do Sul, Turvo.
Criciúma10 MUNICÍPIOS: Cocal do Sul, Criciúma, Forquilhinha, Içara, Lauro Müller, Morro da Fumaça, Nova Veneza, Siderópolis, Treviso, Urussanga.
Tubarão19 MUNICÍPIOS: Armazém, Braço do Norte, Capivari de Baixo, Garopaba, Grão-Pará, Gravatal, Imaruí, Imbituba, Jaguaruna, Laguna, Orleans, Pedras Grandes, Rio Fortuna, Sangão, Santa Rosa de Lima, São Ludgero, São Martinho, Treze de Maio, Tubarão.



Centro de Tubarão (SC).


 Centro de Tubarão (SC).
Centro de Tubarão (SC).



Lago em logradouro arborizado. Criciúma (SC).


 Lago em logradouro arborizado. Criciúma (SC).
Lago em logradouro arborizado. Criciúma (SC).




Glossário


Mesorregiões: subdivisão estabelecida pelo IBGE que agrupa diversos municípios do estado com semelhanças econômicas e sociais, de uma área geográfica.
Região: área delimitada de acordo com certos critérios que podem ser econômicos e culturais.













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terça-feira, 27 de outubro de 2015

Mesorregião Serrana (SC)







Mesorregião Serrana (SC)



É formada por 30 municípios agrupados em duas microrregiões: Campos de Lages e Curitibanos. É a menos povoada das mesorregiões e a mais fria do estado, devido à presença da Serra Geral no Planalto Serrano, onde a altitude chega a ultrapassar os 1 000 m em relação ao nível do mar. Há ocorrência de geadas e neve no inverno em algumas localidades, como Lages, Urubici, São Joaquim, Bom Jardim da Serra e Urupema.
A região tem no turismo rural uma importante fonte de renda, com destaque também para a pecuária e a indústria florestal. O espaço de circulação dessa mesorregião é formado por dois grandes eixos, o da rodovia BR-282 e a junção da BR-116.
Juntos, os municípios de Lages e São Joaquim são o terceiro produtor de maçãs do estado, e Urubici o maior produtor de hortaliças.
Bom Jardim da Serra está localizada a 1 245 m de altitude e fica no topo da Serra do Rio do Rastro, onde descendentes de portugueses, italianos e espanhóis se dedicam ao cultivo de maçãs e de batatas e fortalecem o comércio da região com a pecuária.

Mesorregião Serrana (SC)


 Mesorregião Serrana (SC)
Mesorregião Serrana (SC)




Mesorregião Serrana (SC)


Microrregiões

Municípios

Lages18 MUNICÍPIOS: Anita Garibaldi, Bocaina do Sul, Bom Jardim da Serra, Bom Retiro, Campo Belo do Sul, Capão Alto, Celso Ramos, Cerro Negro, Correia Pinto, Lages, Otacílio Costa, Painel, Palmeira, Rio Rufino, São Joaquim, São José do Cerrito, Urubici, Urupema.
Curitibanos12 MUNICÍPIOS: Abdon Batista, Brunópolis, Campos Novos, Curitibanos, Frei Rogério, Monte Carlo, Ponte Alta, Ponte Alta do Norte, Santa Cecília, São Cristóvão do Sul, Vargem, Zortéa.



Estrada da Serra do Rio do Rastro


 Estrada da Serra do Rio do Rastro.
Estrada da Serra do Rio do Rastro.



Lages é a cidade polo da região serrana


 Lages é a cidade polo da região serrana.
Lages é a cidade polo da região serrana.



Curitibanos teve sua origem como “pouso” dos tropeiros sulinos


 Curitibanos teve sua origem como “pouso” dos tropeiros sulinos.
Curitibanos teve sua origem como “pouso” dos tropeiros sulinos.




Glossário


Mesorregiões: subdivisão estabelecida pelo IBGE que agrupa diversos municípios do estado com semelhanças econômicas e sociais, de uma área geográfica.
Região: área delimitada de acordo com certos critérios que podem ser econômicos e culturais.












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